sábado, 16 de maio de 2015

MANTENDO CONTATO COM CRIANÇAS QUE NÃO FALAM


Para quem trabalha com a inclusão de crianças ou jovens com deficiência e que não conseguem falar, seria bom assistir a este vídeo. Serve para pais, professores e amigos terapeutas. Este psicólogo dá uma boa dica.


sábado, 9 de maio de 2015

DIA DAS MÃES




HOMENAGEM ÀS MÃES

Mãe, amor sincero sem exagero.
Maior que o teu amor, só o amor de Deus...
És uma árvore fecunda, que germina um novo ser.
Teus filhos, mais que frutos, são parte de você...

És capaz de doar a própria vida para salva-los.

E muito não te valorizam...
Quando crescem, de te esquecem.
São poucos, os que reconhecem...


Mas, Deus nunca lhe esquecerá. 

E abençoará tudo que fizerdes aos seus...
Peço ao Pai Criador que abençoe você.
Um filho precisa ver o risco que é ser mãe...
Tudo é cirurgia, mas ela aceita com alegria.
O filho que vai nascer...


Obrigado é muito pouco, presente não é tudo.

Mas, o reconhecimento, isso! Sim, é pra valer...
Meus sinceros agradecimentos por este momento.
Maio, mês referente às mães, embora é bom lembrar...
Dia das mães, que alegria é todo dia.

                                                       
                          J. Bernardo



segunda-feira, 27 de abril de 2015

O PODER DAS MÃOS


Os poetas sempre enalteceram as mãos. Elas apertam num cumprimentam, enxugam lágrimas, apontam caminhos e ajudam na caminhada, oferecem flores e acariciam, procuram, embalam e carregam objetos dos mais variados, acenam, protegem, oram e abençoam. Mas também delatam, agridem, ferem e matam. Tantas são as funções das mãos que mal podemos enumerá-las. Fisiologicamente, as mãos não têm todo esse glamour poético, pois não passam de ferramentas do corpo.

Cada uma das mãos possui 28 pequenos ossos alongados e de tamanhos diferentes, mais de 60 músculos pequenos, com funções diferentes e que permitem todos os movimentos. Além disso, possui inúmeras articulações, tendões e nervos, veias, artérias e milhões de capilares sanguíneos. Recobrindo tudo está a pele com suas camadas profundas, medianas e superficiais.

As mãos são ferramentas muito versáteis e estão adaptadas para exercer inúmeras funções: comunicar, expressar, apalpar, manipular objetos de diferentes formas, tamanhos, texturas, consistência e pesos, além da função de percussão (bater palmas, por exemplo). Mas dependem da estrutura da palma e dos dedos.


Cada dedo se move de maneira independente, individual e tem funções específicas. O polegar é o dedo mais importante. Essa importância equivale à metade do valor total da mão. Mas, depende da capacidade da força e mobilidade óssea e dos músculos que fazem esse dedo a assumir uma posição de oposição aos outros dedos e à palma da mão. O dedo polegar é o responsável pela preensão digital e do controle da resistência do objeto e dos outros dedos.

O dedo indicador é o segundo em importância e se deve pela capacidade de abdução (afastar-se lateralmente dos demais dedos). Juntamente com o polegar fazem um movimento de pinça (preensão) de precisão. É também um dedo de muita força.
O dedo médio também faz pinça de precisão com o polegar. Flexionado tem a mais força que o indicador.

A principal função do dedo anular é atuar na preensão palmar (da palma da mão) e está vinculado ao dedo mínimo. Este, por sua vez, por ser o menor dos dedos e ter menor mobilidade nas articulações possui a menor força.

As mãos possuem outra função especial: a sensorial. Começa com os receptores sensoriais presentes nas terminações nervosas presente na camada superficial da pele que recobre as mãos, a transmissão delas ao Sistema Nervoso Central (SNC) que os envia ao cérebro onde são decodificadas, analisadas, compreendidas e enviadas as respostas motoras ou arquivadas na memória por minutos, semanas ou anos.

Os arquivos de memória são importantes porque auxiliam na emissão de comportamentos ou geram estímulos semelhantes. Exemplo disso, é quando encostamos a mão numa panela quente e queimamos a mão, não repetimos esse procedimento sem um mínimo de cautela. Isto acontece porque o arquivo da dor da queimadura que estava armazenado volta à lembrança. É o chamado emissão de comportamentos. Da mesma, o estímulo da dor aparece quando o objeto é outro como o ferro de passar, a chapa do fogão, o maçarico etc.


Embora a pele das mãos não consiga determinar com exatidão a intensidade, o grau de vibração e a localização de um objeto, é exímia nas sensações de dor, temperatura e pressão. Ainda assim podemos encontrar um objeto no escuro ou de olhos fechados por meio das sensações táteis e de suas manobras de manipulação e apalpação dos objetos. Por isso, as mãos são conhecidas como “os olhos dos cegos”.

sábado, 11 de abril de 2015

OS PÉS E SEUS PROBLEMAS

PROBLEMAS MODERADOS

Voltando aos problemas dos pés, você já deve ter ouvido falar em TENDINITE, não é mesmo? Esse termo significa “inflamação do tendão”. O tendão é uma estrutura fibrosa que liga os músculos aos ossos. Mas ele não é tão elástico quanto os músculos, nem tão forte e resistente quanto os ossos. Por isso, quando fica sobrecarregado, é quem mais padece. E se você pensa que tendinite só existe no ombro, braço, cotovelo e punho se enganou. Ela também aparece nos joelhos, tornozelos e nos pés. E várias são as causas da tendinite nos pés. As principais são: exercícios de grande impacto e repetitivos (como os atletas), a falta de alongamento dos pés, posturas inadequadas, idade, estresse e problema circulatório. A tendinite pode ser aguda (presença de dor por até 45 dias) ou crônica (permanente).

Outro termo que vocês já devem ter ouvido é BURSITE e significa “inflamação da bursa”, uma estrutura com líquido dentro que se localiza entre o tendão e a pele ou entre o tendão e o osso. Ela funciona como um amortecedor e ajuda o tendão e os músculos a deslizarem durante os movimentos e na nutrição dos tendões. A causa dessa inflamação é o movimento repetitivo. Claro que as bursites mais comuns são as de ombros, braços e cotovelos. Mas, também podem ocorrer nos joelhos, calcanhares e no dedão do pé. E podem ser agudas ou crônicas e são muito dolorosas. Os sintomas são dores nas articulações, inchaço, color ou vermelhidão na área afetada.
                                                          tipos de fraturas

E o que dizer das dores de TORÇÔES, DISTENSÕES, TRINCAMENTOS e FRATURAS? Uma virada de pé, uma queda, um evento traumático e pronto. Uma delas acontece. Por isso, é preciso atenção e “olhar para onde se pisa”.
Nossos pés suportam uma grande quantidade de peso. Não só do próprio corpo, mas também dos pesos extras que transportamos. Além disso, são os mais esquecidos. Por causa desses esquecimentos e cuidados surgem outros problemas igualmente doloridos e incômodos.

PROBLEMAS SEVEROS DOS PÉS
Os problemas graves são determinados por todo tipo de deformações e aberrações que acontecem nos pés, seja por erro genético, hereditariedade ou ingestão de medicamentos abortivos durante a gravidez. Em alguns destes casos o tratamento é demorado ou cirúrgico. Em outros, não há solução. 

OS PÉS E A EDUCAÇÃO 
Por que falar dos pés quando o assunto é educação? Por duas razões muito simples. A primeira, é física. Geralmente, as dores nos pés são irritantes. E quem aprende com dores que incomodam, que irritam e que muitas vezes incapacitam?
A segunda, é psicológica. Toda pessoa que possui um problema qualquer nos pés sente-se envergonhada. 
E sempre existe um momento em que é necessário expô-los diante dos outros, seja nos vestiários ou numa atividade deliciosa como esta, onde as crianças usam os pés para pintar um painel.
E envergonhada, a pessoa deixa de realizar o que seria normal e comum a todos. Sente-se fragilizada, humilhada e insegura, considera-se diferente dos demais e tem a autoestima e a autoconfiança abaladas. Além do mais é presa fácil para chacotas e o famigerado bullying. 
E quem aprende quando se sente vulnerável?

quinta-feira, 2 de abril de 2015

FELIZ PASCOA


QUE CRISTO PROTEJA TODAS AS CRIANÇAS DO MUNDO. 

MAS, QUE AMPARE AS QUE ESTÃO DOENTES, 
AS QUE SÃO ALICIADAS PELO TRÁFICO E POR GRUPOS 
TERRORISTAS, 
AS QUE SÃO  MALTRATADAS E, EM ESPECIAL, 
AS QUE SÃO DEFICIENTES INTELECTUAIS.

FELIZ PÁSCOA

sexta-feira, 20 de março de 2015

CASINHA FÁCIL DE ORIGAMI

Olá, minha gente!

Trouxe para vocês uma casinha de origami bem fácil. Com ela trabalhamos a observação, atenção, a a concentração, a coordenação motora e habilidade manual. Para fazê-la só é necessário uma folha de papel (qualquer papel) retangular e no tamanho que desejar. E pode ser feita por qualquer criança porque é muito fácil.

Proceda assim: 
1- Dobre a folha ao meio (de cima para baixo) vincando bem a dobra. Repita a operação, porém da esquerda para a direita. Vinque bem a dobra.

  
2- Abra a última dobra. Mostre a dobra para a criança e dobre a parte da direita parando nessa dobra. Vinque bem.

  

3- Abra as folhas dessa dobra colocando o dedo indicador entre elas e levando-o até a pontinha. Retire e vinque as dobras interna e externas. E está feito o telhadinho.

  
4- Vire tudo para o lado contrário e dobre uma ponta (mais ou menos a altura do telhadinho e prenda-a com uma gotinha de cola. Desvire a folha, voltando para o início. Cole as partes soltas com pouca cola, para que não desmanche. 

5- Decore a gosto. Veja como ficou bonitinha. 

                                                 Eu fiz esta. 

Vejam agora como ficaram as que meus pimpolhos fizeram:



Depois de prontas, colam no caderno ou numa folha. Contam história, formam frases, ou servem como ilustração da palavra-chave para o aprendizado da letra C. Servem como estímulo para o ensino de Geografia quando estudam a casa da família, a casa na rua ou no bairro. Para isso, fazemos uma porção delas bem menores e até com formatos diferentes.

E eles gostam muito. Como faço junto, no começo eles procuram copiar o que faço. Com o tempo, vão se soltando e usam mais a criatividade própria.

Se gostaram da ideia, use a vontade. A escola não precisa ser um lugar chato com atividades igualmente chatas. Professor, mostre a seus alunos que ir a escola pode ser muito divertido e prazeroso.

sábado, 7 de março de 2015