quinta-feira, 14 de agosto de 2014

DESENVOLVIMENTO MOTOR: um trabalho de equipe


Para que um bebê saia da posição deitado (horizontalidade) dos primeiros meses e fique em pé (verticalidade), posição própria da espécie humana, necessita de outros processos que se desenvolvem em paralelo e em conjunto com o desenvolvimento do sistema motor.



Na parte estrutural temos o sistema ósseo, o sistema muscular e o sistema nervoso.
O sistema ósseo constitui o alicerce do corpo humano. O esqueleto é quem nos permite a posição ereta e vertical. Por isso, precisam ser rijos e fortes. As células que os compõem precisam absorver o cálcio contido nos alimentos. Quando isto não acontece ficam frágeis e quebradiços e podem atrasar ou impedir o desenvolvimento motor.

Os músculos recheiam o corpo e são os grandes responsáveis pelos movimentos. Presos aos ossos por meio de nervos, tendões, cartilagens e articulações devem exercer plenamente sua função tônica, ou seja, serem capazes de contrair e relaxar quando preciso. São eles também os grandes responsáveis pela posição vertical e pelo equilíbrio ao andar (modulação anti-gravídica). Do trabalho dos músculos dependem a harmonia, a automatização e a voluntariedade dos movimentos.

Para que se tenha ideia da importância dos músculos, o corpo humano possui 639 pares deles. Desse total, 47 pares destinam-se ás funções neurovegetativas que garantem a sobrevivência dos seres. Os 582 pares restantes são responsáveis pelo equilíbrio nas diversas posturas que os corpos assumem, na ação e na coordenação dos movimentos para que sejam leves, harmoniosos e coordenados. Qualquer problema relacionado a eles, os movimentos se tornam endurecidos e descoordenados.

Nervos, tendões, capilares nervosos, cartilagens e articulações compõem o sistema de enervação muscular. Eles partem do Sistema Nervoso Central e entram na musculatura levando informações e trazendo respostas cerebrais (sensibilidade corporal) para que os movimentos se realizem.


Depende ainda do sistema circulatório. Ossos, músculos e enervações devem receber boa quantidade de sangue constantemente, pois este é o meio de oxigenação e alimentação das células que os compõem.

Mas, toda esta estrutura depende ainda da participação de outros sistemas que devem ser desenvolvidos em paralelo. O tato que, espalhado por todo o corpo através da pele, nos coloca em contato com o mundo exterior. Sua função é a de receber estímulos e enviar informações ao cérebro. O tato é responsável pela orientação, localização, identificação e discriminação do corpo nos diferentes ambientes. Da visão depende a excitação ou a inibição dos movimentos diante de um obstáculo, da sequência dos movimentos, da identificação e da discriminação do corpo com relação aos objetos do ambiente. A audição também exerce um papel importante, garantindo o equilíbrio do corpo além da orientação, localização, identificação e discriminação do ambiente através dos sons.


Do sistema vestibular (comandado pelo cérebro) depende a orientação e por endireitar o corpo garante nos diferentes movimentos que realizamos garantindo a verticalidade e o equilíbrio. Ele também é responsável pelos movimentos realizados pelos olhos.


As conquistas motoras, elencadas no artigo anterior, dependem deste trabalho em equipe. Dessa forma, qualquer atraso de cada uma das etapas, dão indício de que algo não vai bem e merece investigação. São muitos os sistemas a serem investigados e quanto mais precoce for a identificação da causa (ou das causas) desse atraso, menores serão os efeitos sobre o sistema motor.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

BRINCANDO COM AREIA

OLÁ, PESSOAL!

Muitas crianças sentem vontade de brincar com areia, mas ficam incomodadas com a textura. Para resolver esse problema é fácil.

Basta arranjar um pote de sorvete, um pouco de areia de vaso (que pode ser colorida ou não) e bolinhas de gude. Coloque as bolinhas no fundo do pote e cubra com areia até a metade do pote. 

Desafie a criança a encontrar a quantidade de bolinhas colocadas. Elas esquecem  da areia e mergulham a mãozinha dentro do pote e só a retiram quando a última bolinha for encontrada.

Esta brincadeira ajuda na contagem das bolinhas, além de trabalhar a questão da textura da areia. E  ela mesma propõe ou pede a repetição da brincadeira.


Uma outra brincadeira divertida é fazer caminhos com as bolinhas. Para isto, troque o pote de sorvete por uma bandeja funda de plástico e reaproveite a areia e as bolinhas de gude. 



Logo estarão mergulhando a mãozinha inteira na areia.


Outra ideia legal é substituir as bolinhas de gude por carrinhos. Você pode substituir por soldadinhos plásticos (desses de Kit), animais, flores, bonecos e o que mais puder inventar. Assim, a caixa de areia terá sempre uma cara e um atrativo novo. E como podem ver, não é só uma mão que entra na brincadeira. A outra também.



Além da contagem e da textura, a caixa de areia trabalha o sensorial, a coordenação motora, a preensão, a coordenação de movimentos. Desperta a vontade de criar e de contar histórias espontâneas, desenvolvendo a imaginação. Desperta o desejo de reproduzir o barulho dos objetos dando mais realismo ao que está sendo imaginado. 

Se gostou, aproveite a ideia.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

RUBEN ALVES DEIXARÁ SAUDADES

Nosso país perdeu, neste final de semana, um grande pensador, educador e psiquiatra: Ruben Alves.


Em uma de suas crônicas, Ruben Alves diz:


“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas. Detesto fazer acareação de desafetos que brigam pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos. Quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus. 

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!"

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Ruben Alves fará falta e sentiremos saudades, pois ele percebia a importância da Educação e a via como nenhum outro. Mas, deixou suas ideias como uma luz que deverá se tornar cada vez mais forte e influenciar a professores, pais e alunos. 

Esta é a nossa homenagem e o nosso respeito. Que ele esteja em paz e que ande ao lado do Criador, como tanto desejava.


segunda-feira, 7 de julho de 2014

BRINCANDO COM PRENDEDORES DE ROUPAS

Olá, pessoal!


Hoje, trouxe para vocês uma atividade com prendedores de roupa. Apesar de parecer uma "brincadeira" podemos trabalhar muitas coisas, como coordenação motora fina, preensão, questões matemáticas, exercícios de fortalecimento de nervos e músculos dos dedos, mãos e antebraço. Desenvolve ainda a criatividade, ajuda na memorização de letras e números, ajuda na fixação de algum conteúdo  que esteja sendo ensinado.

O material é simples: prendedores de roupa e nada mais.

O que se pode fazer?


Letras e números

formas geométricas

 
formar figuras

colocá-los em pé (tipo fila indiana)

formando pares

Fácil, não é mesmo? Se gostou, aproveite a ideia e mãos à obra. 

As crianças adoram!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PARA AS FUTURAS MAMÃES OU PARA AS DE PRIMEIRA VIAGEM

O DESENVOLVIMENTO MOTOR NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

Quando uma mulher está grávida, fica ansiosa para sentir os movimentos do bebê dentro do útero. Embora isto seja um sinal de que tudo corre bem, não garante que o bebê terá um bom desenvolvimento motor.

O caminho que vai dos movimentos fetais até os movimentos mais habilidosos e graciosos é grande e repleto de fases e etapas que precisam ser vencidas pelo próprio bebê. O que resta a nós, adultos, é esperar e observar.

Bregeron e Fonseca afirmam que o desenvolvimento motor é muito especial e a maioria dos bebês segue um padrão de conquistas motoras em determinados períodos de tempo. Vamos conhecê-los?

Ao nascer a criança está pronta para colocar em ação movimentos internos que lhe garantirão a sobrevivência. Respirar é o primeiro deles. Outros vem na sequência: sugar, engolir, urinar e defecar devem estar prontos e presentes após o nascimento.


Já nos primeiros dias o bebê executa uma série de movimentos. São denominados “reflexos”, porque não dependem da vontade ou da necessidade dos recém-nascidos. Podem realizar alguns movimentos externos e visíveis como espreguiçar-se, espirrar, tossir, de regurgitar, sorrir, fazer caretas e gritar. Pernas e braços apresentam manifestações motoras rápidas e sem controle. Pernas e braços permanecem flexionados (embora possam esticá-los de vez em quando). Punhos, mãos e dedos parecem imóveis. Tudo normal e corriqueiro.


Com um mês, a cabeça ainda não tem firmeza. Mas, já apresentam pequenas mudanças de posição, devido a uma pequena torção do tronco. Esticam mais as pernas, mas as mãos permanecem fechadas e os braços ainda estão flexionados. Caso não estiquem as pernas pode ser prenúncio de algum problema do sistema nervoso.

No 3º mês, já mudam de posição apoiando-se nas pernas para girar o quadril. As coxas e pernas se afastam uma da outra lateralmente e os movimentos de pedalar começam a diminuir de intensidade. A cabeça se firma completamente na metade do 4º mês. Se até o 5º mês a cabeça continuar pensa, procure imediatamente um neurologista, pois é sinal de alguma anormalidade do Sistema Nervoso Central.

No 4º mês as mãos se abrem totalmente. A cabeça firme sobre os ombros permite giros para a direita e para a esquerda e realizar tentativas de olhar para trás. Pouco a pouco, os reflexos vão desaparecendo e dando lugar a outros mais complexos: os “movimentos voluntários”.

No 5º mês, o bebê já consegue sentar-se com apoio. E no 6º mês, sentam-se sem apoio. No 7º mês, já sentam-se no cadeirão ou cadeiras. Caso ainda precisem de apoio até o 7º ou 8º mês, os pais devem procurar o neurologista. Para as que conseguem sentar sem apoio o melhor é deixa-las no chão com objetos ou brinquedos próximos. Com os punhos e dedos estão abertos conseguem pegar e manter esses objetos. Ao querer pegá-los se exercitarão naturalmente a preensão, além de preparar o corpo para a marcha.


Por volta do 8º ou 9º mês, ficam de barriga para baixo. Esta posição permite novas experimentações, como arrastar-se para frente e para trás. Do 9º ao 11º mês já se pode perceber se a criança será destra ou canhota observando-se qual a mão que usa mais para pegar os objetos.


Entre o 9º e o 10º mês, apoia-se nos joelhos para erguer o quadril. Com este movimento, a criança percebe que pode movimentar as pernas. É quando aparece o “engatinhar” que a prepara para a marcha. Algumas crianças pulam esta fase, talvez estimulados ou impedidos pelos pais. Muitos problemas posturais (de coluna, pés, pernas e das formas de pisar) decorrem da falta dos movimentos desta fase.

 

Entre o 11º e 12º mês, ficam em pé com apoio e no final do 12º mês, sem apoio algum. Novas experimentações ocorrem, como andar apoiado nos objetos. E terá até o 18º mês para andar sem apoio algum.


Qualquer atraso longo do desenvolvimento motor pode causar inabilidades sérias, deficiências mentais e deformações físicas. Portanto, se houver alguma demora, é melhor procurar um neurologista. Não deixem o tempo passar. Quanto mais precocemente forem atendidos menores serão os efeitos desses atrasos.

terça-feira, 10 de junho de 2014

DESENHANDO E COLORINDO NO COMPUTADOR

Olá, pessoal!


Não trouxe para vocês uma novidade. Mas, sugestões novas para uma atividade bastante conhecida de todos. Trata-se de desenhar e colorir usando o "paint" do computador.

Toda criança que mexe em computador sabe como é gostoso desenhar e colorir nesse instrumento tão importante hoje em dia. Mas, fazer sempre do mesmo jeito, fica chato. O gostoso é quando encontramos desafios, Por isso, sugestões são sempre muito bem vindas. Eu estou sempre a procura delas.

1ª SUGESTÃO

 

Criar uma página e colorir com a cor desejada. Depois, criar desenhos com linhas retas ou curvas utilizando a borracha do paint. Aparecem formas incríveis.

2ª SUGESTÃO


Desenhar usando as figuras geométricas do computador e colorir o desenho feito. Depois, usá-lo para trabalhos de escrita ou produção de textos.

3ª SUGESTÃO


Desenhar do mesmo jeito da primeira sugestão e depois mudar as cores dos espaços interiores.

4ª SUGESTÃO

JOGO DAS 4 CORES


Agir como na 1ª e 3ª sugestões, mas procurando não repetir as cores vizinhas, usando apenas 4 cores diferentes escolhidas pela criança. Se, por acaso, pintarem regiões vizinhas (linhas ou os cantinhos) da mesma cor ou se não conseguirem pintar um espaço com uma das cores escolhidas, caem em cilada ou armadilha. Este jogo trabalha a atenção e a concentração, a observação, estratégia de jogo, antecipações e previsões, além da coordenação motora, que é trabalhada em todas as sugestões. Neste trabalho, a criança caiu em 7 ciladas e não conseguiu colorir 5 espaços (que ficaram em branco). 

Este trabalho também é uma fonte de informação para pais e professores, pois mostra como anda a atenção e a concentração da(s) criança(s).


5ª SUGESTÃO

LIGA-PONTOS


A criança ou o professor pode escolher uma figura de sites da internet e colar no paint para que a criança ligue os pontos usando o lápis ou dos pincéis do paint. Este é um bom exercício para fortalecimento e controle da musculatura dos dedos, da mão e do antebraço o que favorece a coordenação motora no tocante a escrita.

São sugestões fáceis, que requerem pouco trabalho pois basta copiar e colar da internet. Sugestões que, além de divertir, é fonte de várias aprendizagens. E pode ser usadas com crianças sem e com deficiência intelectual, respeitando-se as condições e possibilidades de cada uma.

Espero que tenham gostado e que aproveitem a ideia.

Até mais.

terça-feira, 27 de maio de 2014

TRANSTORNOS MOTORES

INTRODUÇÃO

Para falarmos dos transtornos motores precisamos compreender, pelo menos um pouco, o que é o sistema locomotor.


Ao ouvirmos esse termo “locomotor” logo imaginamos que se trate da movimentação nos diversos ambientes. Mas, esta é somente uma pequena parte das tarefas deste sistema. Outras partes, igualmente importantes, são os movimentos que repetimos constantemente como chorar, sorrir, olhar, falar, ler, escrever, recortar, pintar, vestir, cozinhar, comer, beber e tudo mais que conseguimos fazer. Por esta razão, os movimentos são preciosidades.


O sistema locomotor é formado pelas ramificações nervosas, nervos, tendões, músculos, ossos e articulações. As ramificações nervosas ficam sob a pele e sua função é captar os estímulos vindos do ambiente e transmiti-los aos nervos. Os nervos têm a função de transformar os estímulos em impulsos elétricos e encaminhá-las ao tronco central (feixe de nervos próximo ao cérebro) que, por sua vez, os encaminha para o cérebro. Os ossos não se movimentam sozinhos. Precisam dos músculos que, presos a eles por meio dos tendões, os puxam para a realização dos movimentos. Portanto, o sistema locomotor se liga diretamente ao SISTEMA NERVOSO CENTRAL e que é comandado pelo cérebro.


Os movimentos são tão essenciais aos seres humanos que o cérebro estabeleceu uma área específica só para cuidar deles. Essa área chama-se ÁREA MOTORA e se localiza na parte frontal do córtex cerebral (tecido que recobre todo o cérebro). A função dessa área motora é de receber as informações do ambiente, ler, interpretar e produzir respostas motoras, ou seja, movimentos.

A maioria dos movimentos que praticamos necessita das articulações.  E a área motora se vale do auxílio do CEREBELO, responsável pela programação, preparo e controle das articulações e pelo equilíbrio do corpo na realização dos movimentos.  Uma resposta motora é dada em milésimos de segundos. Por isso, ao encostarmos a mão numa panela quente a retiramos imediatamente.


O sistema locomotor fica pronto entre o 4º e o 5º mês de gestação, razão pela qual os bebês realizam movimentos intrauterinos. Mas, é uma prontidão básica. Somente o exercício contínuo após o nascimento faz com que os movimentos se aperfeiçoem e tornem-se cada vez mais complexos.

O desenvolvimento motor ou do sistema locomotor é muito importante para as rotinas de casa, da escola, dos esportes e, mais tarde, do trabalho. Esse desenvolvimento acontece em duas etapas de suma importância. A primeira, chamada de “desenvolvimento motor” e vai de 0 a 7 anos de idade, época em que as crianças o desenvolvem através das brincadeiras. A etapa seguinte é chamada de “psicomotricidade” e vai dos 7 anos até o final da vida.

Ao falar dos movimentos é preciso lembrar que há tipos importantes: os voluntários, os involuntários. Os movimentos “voluntários” são aqueles que fazemos porque queremos realizar, portanto, dependem de nossa vontade. No início de qualquer movimento voluntário é sempre impreciso. Mas, com a repetição constante se transformam em habilidades. Ex: Ao iniciar o andar, os passos do bebê são imprecisos. Com o tempo, anda com destreza e não pensa mais sobre como deve fazer para realizar esse movimento. O mesmo acontece com uma atleta que, quanto mais pratica sua modalidade esportiva, melhor fica a sua performance.

Já os movimentos “involuntários” são realizados para manter nosso corpo vivo, como por exemplo, os batimentos cardíacos, os movimentos pulmonares, cerebrais e encefálicos, digestivos, metabólicos etc. Eles independem de nossa vontade.


Porém, com a chegada da velhice os movimentos vão, pouco a pouco, perdendo a potência e os idosos passam a não ter a mesma eficiência das habilidades conquistadas. Por isso, o vovô e a vovó encontram mais dificuldade na realização de determinados movimentos.


Muitas das dificuldades escolares têm como causa um mau desenvolvimento motor, seja por conta de um modelo educacional equivocado ou por problemas neurobiológicos.